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Ao mesmo tempo em que desenvolvem sua estratégia digital, para inovar em produtos, serviços e modelos de negócios, assim como experiências de clientes, melhorando sua eficiência operacional, as empresas precisam investir em soluções cada vez mais sofisticadas e inteligentes de segurança.

Na chamada terceira plataforma, baseada nos dispositivos móveis, redes sociais e no acesso à nuvem, a tecnologia se tornou mais rápida, escalável e acessível, não só para grandes e pequenas empresas, mas também para as pessoas. E isso torna as soluções cada vez mais vulneráveis.

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A democratização das transações financeiras, potencializada pela pandemia de coronavírus e pela adoção de soluções já consagradas como o pix e o open finance, produz um inevitável impacto em todo o ecossistema de prevenção de fraudes: a profusão e a diversificação dos golpes financeiros cada vez mais sofisticados exigem soluções eficientes para garantir a integridade das empresas e a confiança dos seus clientes.

Nesta mesa-redonda, realizada em formato híbrido (presencial e remoto), executivos de TI falaram sobre como protegem os sistemas core e atendem a demanda por inovação, para melhor contemplar os novos negócios. E trataram ainda de temas como a conscientização dos usuários, a prevenção contra contas laranjas, a proteção de clientes vulneráveis, os motores de risco, as ferramentas de verificação de identidade e autenticação.

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Participaram do debate, coordenado pelo publisher do Informática Hoje, Wilson Moherdaui: Alex Amorim, gerente sênior de segurança da informação da Claro;  Fabiano Rustice, CIO da Pefisa/Pernambucanas; Lia Pilatti Machado, gerente executiva de tecnologia e inovação do Banco do Brasil; Marcos Sirelli, diretor de TI da Porto; Pedro Nuno Trindade dos Santos, gerente executivo de segurança da informação do Banco BMG; Ricardo Leocádio, CISO do Banco Mercantil; E Rogério Mignella, head de prevenção a fraudes do Banco Original.